Corpo Dossiê Evidência B 1 de novembro de 2026

Finasterida: 1 mg é a dose certa para a calvície?

Uma dose 20 vezes menor já derruba quase todo o DHT do couro cabeludo, e no único ensaio que publicou os números dose a dose, 0,2 mg deu cabelo parecido com 1 mg e menos efeitos adversos. Mas é um ensaio só, com poucos casos. Não há base para dizer que 1 mg é a dose certa, nem para trocá-la.

A certeza no crivo

1 mg por dia é a dose certa de finasterida para a calvície.

Em aberto Pesquisa: IA · Orquestração: Mario Augusto

Antes de ler. Este texto resume o que os estudos dizem sobre uma pergunta geral. Não é orientação médica: não serve para diagnóstico e não indica tratamento, suplemento ou dose para ninguém. Foi pesquisado por uma IA e revisado por Mario Augusto, estudante de medicina, não médico. As doses e os números citados são os que os estudos usaram, não recomendações. Se você tem alguma condição de saúde, está grávida ou amamentando, ou toma remédios, converse com seu médico antes de mudar qualquer coisa. Em emergência, ligue 192 (SAMU).

Finasterida é medicamento de prescrição. Não mude a dose nem pare o tratamento por conta própria.

Resumo

Pergunta. A finasterida é vendida para calvície na dose de 1 mg por dia na maior parte do mundo. Essa é a dose com o melhor equilíbrio entre cabelo ganho e efeito colateral?

O que fizemos. Reunimos os estudos que compararam doses, os dados de efeitos colaterais da bula americana e do ensaio japonês, e as revisões sobre segurança.

O que achamos. Uma dose 20 vezes menor (0,05 mg) já derruba quase tanto DHT no couro cabeludo quanto 1 mg. Mas 0,05 mg nunca foi testada em cabelo. No único ensaio que publicou, dose a dose, os números de cabelo e de efeitos colaterais de 0,2 mg e 1 mg, o cabelo foi quase igual (54% contra 58% de melhora) e os efeitos adversos foram menos frequentes com 0,2 mg (1,5% contra 6,5%), mas com poucos casos e no limite do que poderia ser acaso (p = 0,06). No Japão, a partir desse ensaio, a dose usual aprovada é 0,2 mg. O número oficial de efeitos sexuais com 1 mg mede só o primeiro ano, em homens selecionados.

Conclusão. Selo: Em aberto. Não há base para dizer que 1 mg é a dose certa. Os poucos dados diretos sugerem que 0,2 mg pode ser parecida em cabelo com menos efeito, mas isso vem de um único ensaio e precisa ser confirmado.

1. O que está em jogo

A finasterida age bloqueando uma enzima que transforma a testosterona em DHT, um hormônio mais potente. Em quem tem calvície de padrão masculino, o DHT afina o fio no alto da cabeça até ele virar penugem. Menos DHT no couro cabeludo, menos fio afinando.

Que o remédio funciona não está em discussão. A pergunta é sobre a dose. Uma dose maior que o necessário não traz mais cabelo, mas pode trazer mais efeito colateral, porque o DHT também age em outras partes do corpo, inclusive na função sexual.

Ao longo do texto, cada afirmação tem fonte numerada e grau de evidência: [A] revisão sistemática, [B] ensaio randomizado, [C] estudo observacional, [D] inferência, [S] cálculo feito pela IA. Processos e reportagens ficam fora dessa escala.

2. Por que 1 mg virou a dose padrão

A finasterida para calvície foi aprovada nos Estados Unidos em 1997 [1]. A dose saiu de dois ensaios de Roberts e colegas, que compararam 5, 1, 0,2 e 0,01 mg com placebo em homens de 18 a 36 anos. Segundo o resumo, 0,2 mg funcionou, 1 e 5 mg foram parecidas entre si e superiores às doses menores, e 0,01 mg foi igual a placebo [B] [2]. O resumo não traz os números nem o teste estatístico dessa superioridade, e o texto completo não está aberto.

A favor de 1 mg pesa também o tempo de uso: é a única dose com cinco anos de acompanhamento. Em ensaios com 1.553 homens, quem tomou 1 mg manteve o cabelo, e quem tomou placebo continuou perdendo [B] [3].

Na bula americana, os efeitos sexuais no primeiro ano foram estes [B] [4]:

Efeito no 1º anoFinasterida 1 mg (945 homens)Placebo (934 homens)
Libido diminuída1,8%1,3%
Disfunção erétil1,3%0,7%
Distúrbio de ejaculação1,2%0,7%
Um ou mais desses3,8%2,1%

São 1,7 ponto percentual a mais que o placebo, ou um caso a mais a cada 59 homens tratados [S]. Uma revisão de 12 ensaios achou o risco de disfunção erétil 2,2 vezes maior com o remédio, o que dá um caso a mais a cada 82 homens [A] [5].

Mas 1 mg não é a dose padrão em todo lugar. No Japão, a finasterida foi aprovada em 2005 com dose usual de 0,2 mg por dia, podendo subir até 1 mg se necessário [6]. Essa decisão se baseou no ensaio japonês da seção 4, então não é uma prova independente; é a leitura que o regulador fez dos mesmos dados.

3. O platô do DHT

O estudo que mediu o efeito de cada dose sobre o DHT é o de Drake e colegas. Eles deram placebo ou 0,01, 0,05, 0,2, 1 ou 5 mg a 249 homens com calvície por seis semanas, e mediram o DHT no couro cabeludo, por biópsia, e no sangue [B] [7].

A partir de 0,05 mg, aumentar a dose quase não derruba mais o DHT do couro cabeludo

DHT no couro cabeludo

DHT no sangue

Queda média do DHT após 42 dias, em %, por dose diária em mg. Drake et al., 1999; 249 homens em 6 grupos de cerca de 40. O resumo não informa a queda no sangue para placebo e 0,01 mg.

O gráfico mostra um platô. No couro cabeludo, o DHT caiu 61,6% com 0,05 mg e 64,1% com 1 mg, uma dose 20 vezes maior. No sangue, a curva só se achata a partir de 0,2 mg. Os próprios autores escreveram que doses “tão baixas quanto 0,2 mg” já davam a supressão máxima nos dois lugares [7].

Duas ressalvas. Primeiro, é DHT medido em seis semanas, não cabelo medido em um ano. Segundo, a medida é imprecisa: 0,05 mg derrubou mais DHT que 0,2 mg, o que não faz sentido farmacológico e provavelmente é acaso, com uns 40 homens por grupo. E logo abaixo existe um precipício: 0,01 mg foi igual a placebo.

4. O ensaio japonês: 0,2 mg contra 1 mg, com os números

Kawashima e colegas sortearam 414 homens japoneses de 20 a 50 anos para 1 mg, 0,2 mg ou placebo por 48 semanas. Dermatologistas que não sabiam quem tomava o quê avaliaram fotos padronizadas do couro cabeludo [B] [8]. A fabricante divulga também os efeitos adversos de cada grupo [9].

De 0,2 mg para 1 mg, DHT e cabelo mudam pouco; os efeitos adversos ficaram mais frequentes, no limite do acaso (p = 0,06)

DHT no couro cabeludo (queda)

DHT no sangue (queda)

Homens com melhora do cabelo

Homens com efeito adverso

DHT: Drake et al., 1999, 6 semanas, cerca de 40 homens por grupo [7]. Cabelo e efeitos adversos: Kawashima et al., 2004, 48 semanas; 139 homens com 1 mg e 137 com 0,2 mg [8, 9]. São estudos diferentes, em populações diferentes; os painéis lado a lado servem para comparar ordens de grandeza, não para somar resultados. Atenção: o painel de efeitos adversos usa escala de 0 a 10%; os outros, de 0 a 100%.

Os números do ensaio japonês, grupo a grupo:

1 mg (139)0,2 mg (137)Placebo (138)
Melhora do cabelo nas fotos58%54%6%
Algum efeito adverso ligado ao remédio (inclui alteração de exame)9 homens (6,5%)2 homens (1,5%)3 homens (2,2%)
Principais relatos de efeito sexual524

Com 1 mg, os relatos sexuais foram disfunção erétil (2), distúrbio de ejaculação, menos sêmen e libido diminuída (1 cada); com 0,2 mg, libido diminuída (2); com placebo, libido diminuída (3) e alteração da sensibilidade do pênis (1). Com 1 mg foram 12 eventos no total, e a fabricante descreve só os principais [9].

No cabelo, a diferença de 4 pontos entre as doses não foi significativa, segundo a própria fabricante [9]. Nos efeitos adversos, 1 mg teve 5 pontos a mais que 0,2 mg. Pelos nossos cálculos, essa diferença tem intervalo de 95% de 0,2 a 10,5 pontos e, no teste exato de Fisher, p = 0,06 [S]. Em linguagem simples: é um sinal, mas fica no limite do que poderia ser acaso, porque são apenas 11 homens com efeito adverso no total. Ninguém morreu, não houve efeito grave e ninguém abandonou o tratamento por efeito adverso [9].

5. Juntando os dados que existem

O ideal seria uma meta-análise, que soma vários estudos que compararam as mesmas doses. Para 0,2 mg contra 1 mg isso não é possível: só há dois ensaios, e o de Roberts não publica os números no resumo. O que dá para fazer é pôr lado a lado, com a mesma régua, todos os dados de efeito adverso por dose que encontramos.

1 mg aparece com mais efeitos adversos que o placebo e que 0,2 mg; no cabelo, a diferença entre as doses é incerta
Diferença de risco em pontos percentuais, com intervalo de 95% (método de Newcombe), calculada pela IA com os números publicados [S]. Bula: efeitos sexuais, 12 meses, 945 contra 934 homens [4]. Kawashima: qualquer efeito adverso considerado ligado ao remédio, 48 semanas [9]; cabelo: % com melhora nas fotos [8]. Na linha do cabelo, valor positivo é a favor de 1 mg; nas demais, valor positivo é mais efeito adverso. Barras que cruzam o zero são compatíveis com nenhuma diferença.

O desenho é coerente com a ideia de que, passado o platô do DHT, aumentar a dose acrescenta efeito colateral sem acrescentar muito cabelo. Mas os intervalos são largos, e cada linha vem de um tipo de contagem diferente.

6. O número oficial conta a história toda?

Os 3,8% da bula provavelmente subestimam o que acontece na vida real, por quatro motivos.

  • Filtro. A bula só conta efeitos considerados ligados ao remédio e que chegaram a 1% dos homens [4].
  • Registro ruim. Uma análise de 34 ensaios de finasterida para calvície não achou nenhum com registro adequado de efeitos adversos, e o padrão dos dados sugere que efeitos sexuais foram subdetectados [A] [10].
  • Quem participou. Só 31% dos homens que tomam o remédio na prática teriam entrado nesses ensaios [C] [10].
  • Tempo curto. A tabela cobre o primeiro ano. A bula diz que cada efeito caiu para 0,3% ou menos no quinto ano, mas isso foi contado entre quem continuou tomando. Depois da aprovação, a própria bula passou a listar casos de disfunção sexual que continuou após parar o remédio, sem dizer com que frequência [4].

Esses casos persistentes existem. Num banco de prontuários com 4.284 homens jovens que tomavam até 1,25 mg, 0,8% tiveram disfunção erétil que durou pelo menos 90 dias depois de parar, e o risco foi maior em quem tomou o remédio por mais tempo [C] [11]. Numa série de 71 homens com o problema, os sintomas duravam em média 40 meses [C] [12]. Nos Estados Unidos, mais de mil homens processaram a fabricante, num caso quase todo encerrado por acordo [13], e em 2022 a FDA mandou incluir ideação e comportamento suicida na bula [14].

O outro lado também precisa ser dito. O estudo dos prontuários não tem um grupo que nunca tomou o remédio, e a série de 71 homens recrutou só quem tinha o problema [11, 12]. Homens com sintomas persistentes não mostraram diferença de hormônios em relação a quem nunca tomou o remédio [15]. A FDA disse não ver evidência razoável de que o remédio cause os problemas persistentes [14]. E a expectativa pesa: em homens com próstata aumentada tratados com 5 mg, avisar sobre os efeitos sexuais quase triplicou as queixas [B] [16]. Isso infla a queixa na vida real, mas não explica a diferença da bula, porque num ensaio cego o aviso é igual para quem toma remédio e para quem toma placebo [D].

7. Debatendo a hipótese do orquestrador

A hipótese que o orquestrador trouxe para o crivo é esta: 0,2 mg seria tão eficaz quanto 1 mg e teria menos efeitos colaterais, porque o DHT já chegou ao platô enquanto o efeito colateral continua subindo com a dose.

O que os estudos sustentam:

  • O platô do DHT no couro cabeludo existe nos dados [7].
  • No único ensaio com números para as duas doses, o cabelo não foi significativamente diferente e os efeitos adversos foram menos frequentes com 0,2 mg [8, 9].
  • O regulador japonês, lendo esse mesmo ensaio, escolheu 0,2 mg como dose usual e manteve 1 mg como teto [6].

O que os estudos ainda não sustentam:

  • “Tão eficaz.” 1 mg ficou à frente nos dois ensaios de dose, de forma não significativa no japonês e, segundo o resumo, superior no americano [2, 8]. Empate não foi provado; só não se provou diferença.
  • “Menos efeito colateral.” O sinal vem de 11 homens num único ensaio, com p = 0,06. Pode ser real, pode ser acaso. O ensaio americano de doses também registrou a segurança e, pelo resumo, não achou problema em nenhuma dose, sem publicar os números por grupo [2].
  • “Porque o efeito colateral continua subindo depois do platô.” Aqui há uma contradição: entre 0,2 mg e 1 mg, o DHT do sangue cai quase igual (68,6% contra 71,4%) [7]. Se os efeitos adversos de fato quadruplicam nessa faixa, a causa não parece ser mais queda de DHT no sangue. Ou o sinal é acaso, ou o remédio age por outro caminho que ainda não se conhece [D].
  • Doses abaixo de 0,2 mg. 0,05 mg nunca foi testada em cabelo. Ela poupa mais o sangue (49,5% de queda contra 71,4% com 1 mg), mas está perto do precipício em que o efeito some.

8. Veredito

Selo: Em aberto.

A afirmação “1 mg é a dose certa para a calvície” não tem base suficiente. Ela se apoia num ensaio cujo resumo não mostra os números da comparação com 0,2 mg e em cinco anos de dados que só existem porque só 1 mg foi estudada por tanto tempo. O platô do DHT e o ensaio japonês, que levou o Japão a adotar 0,2 mg como dose usual, apontam para a possibilidade de uma dose menor dar resultado parecido com menos efeito. Mas essa possibilidade também não está provada: vem de um único ensaio, com poucos casos de efeito adverso.

Por isso o selo é Em aberto, e não Derrubada: os dados enfraquecem a certeza, mas não bastam para trocar uma dose por outra.

O que fecharia a questão: um ensaio randomizado comparando 0,05, 0,2 e 1 mg por pelo menos 48 semanas, com contagem de fios, questionário validado de função sexual, avaliadores cegos, protocolo registrado antes e financiamento independente.

Nota do orquestrador

Opinião do Mario Augusto [E].

Quando comecei a olhar para a finasterida, a pergunta que me incomodava não era se ela funciona, porque isso os estudos já mostraram. Era outra: por que exatamente 1 mg? Afinal, uma dose existe para equilibrar o que o remédio dá e o que ele cobra, e eu queria saber se esse equilíbrio tinha sido de fato medido.

O crivo deixou a questão em aberto, mas eu não acho que 1 mg seja a dose ideal, justamente por causa do estudo japonês e do platô na supressão do DHT. Acredito que 0,2 mg talvez seja tão eficaz quanto 1 mg, com menos efeitos colaterais, e que o índice de efeitos sexuais divulgado na bula talvez não reflita bem a realidade de quem toma o remédio por anos.

Meu objetivo com este texto é sinceridade: mostrar o que se sabe e o que não se sabe sobre esse remédio, sem vender certeza para nenhum lado, para que cada um converse com seu médico sabendo um pouco mais.

Fontes

Estudos conferidos no PubMed em 31/10 e 01/11/2026. Pelos resumos, não consegui confirmar quem financiou os ensaios 2, 3, 7 e 8; os dados de segurança do ensaio 8 vêm do site da fabricante [9]. Como contexto, 56% dos ensaios de finasterida para calvície avaliados por Belknap foram pagos pela fabricante [10].

  1. Pereira AFJR, Coelho TOA. Post-finasteride syndrome. An Bras Dermatol, 2020;95(3):271-7. Revisão. DOI
  2. Roberts JL et al. Clinical dose ranging studies with finasteride, a type 2 5α-reductase inhibitor, in men with male pattern hair loss. J Am Acad Dermatol, 1999;41(4):555-63. Dois ensaios randomizados, homens de 18 a 36 anos. DOI
  3. Finasteride Male Pattern Hair Loss Study Group. Long-term (5-year) multinational experience with finasteride 1 mg in the treatment of men with androgenetic alopecia. Eur J Dermatol, 2002;12(1):38-49. Ensaios de fase III, n = 1.553 (1.215 na extensão). PubMed 11809594
  4. Merck Sharp & Dohme. PROPECIA (finasteride) tablets: prescribing information. FDA, revisão de 04/2012. Seção 6, três ensaios de 12 meses, n = 945 e 934. FDA
  5. Mella JM et al. Efficacy and safety of finasteride therapy for androgenetic alopecia: a systematic review. Arch Dermatol, 2010;146(10):1141-50. Revisão sistemática, 12 ensaios, n = 3.927. DOI
  6. PMDA (agência reguladora do Japão). Relatório de reexame de Propecia 0,2 mg e 1 mg, 14/07/2015. Dose aprovada e vigilância pós-comercialização com 943 homens. PMDA
  7. Drake L et al. The effects of finasteride on scalp skin and serum androgen levels in men with androgenetic alopecia. J Am Acad Dermatol, 1999;41(4):550-4. Ensaio randomizado duplo-cego, n = 249, 42 dias. DOI
  8. Kawashima M et al. Finasteride in the treatment of Japanese men with male pattern hair loss. Eur J Dermatol, 2004;14(4):247-54. Ensaio randomizado duplo-cego, n = 414, 48 semanas. O resumo informa placebo n = 38, mas os grupos somam 414 com 138, como nos dados de segurança da fonte 9. PubMed 15319158
  9. Organon (fabricante). Propecia, resultados clínicos, dados japoneses de 1 ano: segurança por grupo no ensaio duplo-cego de 48 semanas. Site para profissionais de saúde, consultado em 01/11/2026. Dados do ensaio de registro, citados como documento interno da empresa; fonte com conflito de interesse. Organon Pro Japão
  10. Belknap SM et al. Adverse event reporting in clinical trials of finasteride for androgenic alopecia: a meta-analysis. JAMA Dermatol, 2015;151(6):600-6. 34 ensaios e coorte de 5.704 homens. DOI
  11. Kiguradze T et al. Persistent erectile dysfunction in men exposed to the 5α-reductase inhibitors, finasteride, or dutasteride. PeerJ, 2017;5:e3020. Coorte de prontuários, n = 11.909 (4.284 jovens). Mesmo grupo de pesquisa da fonte 10. DOI
  12. Irwig MS, Kolukula S. Persistent sexual side effects of finasteride for male pattern hair loss. J Sex Med, 2011;8(6):1747-53. Série de casos com entrevista, n = 71. DOI
  13. Low P et al. 5-Alpha reductase inhibitor related litigation: a legal database review. Andrology, 2022;10(3):470-6. Revisão de bases jurídicas, 2003 a 2021. DOI
  14. Levine D. FDA requires disclosure of suicide risk for anti-baldness drug. Reuters, 10/06/2022. Reportagem. Reprodução da Reuters
  15. Basaria S et al. Characteristics of men who report persistent sexual symptoms after finasteride use for hair loss. J Clin Endocrinol Metab, 2016;101(12):4669-80. Caso-controle com três grupos. DOI
  16. Mondaini N et al. Finasteride 5 mg and sexual side effects: how many of these are related to a nocebo phenomenon? J Sex Med, 2007;4(6):1708-12. Ensaio randomizado, n = 120 (107 concluíram), homens com próstata aumentada. DOI