Um site que admite que não sabe.
O No Crivo parte de uma ideia: não existe versão absolutamente certa nem absolutamente errada, só versões diferentes de uma mesma coisa. Uma delas costuma virar a oficial e passa décadas sendo repetida; as outras ficam esquecidas ou nunca são testadas. Hoje dá para pôr essas versões lado a lado de novo, com mais dados e com ferramentas que não existiam.
A ferramenta principal é a inteligência artificial, usada como pesquisadora. Ela lê, cruza estudos de áreas diferentes, formula hipóteses e as testa. O meu papel é o de orquestrador: escolho as perguntas, dirijo a investigação, cobro o rigor e decido o que é publicado.
Os temas vão de saúde e beleza a dinheiro, comportamento, política e tecnologia. O que une tudo é o método. Cada texto mostra de onde vem a informação, quão sólida ela é e qual foi o veredito, que diz qual versão os dados de hoje sustentam melhor. Esse veredito pode mudar quando aparecer dado novo, mas não finge empate: quando a evidência pesa para um lado, o texto diz.
Quem orquestra
Sou Mario Augusto, de Brasília. Estudei na Escola das Nações, uma escola internacional, onde me formei em 2020 com fluência em inglês e espanhol. Em 2019 fiz em Boston o Leaders Camp do The Boston Cambridge Institute, um programa de negócios, empreendedorismo e inovação.
Estudo inteligência artificial por conta própria. Concluí a especialização AI in Healthcare, da Stanford, e o Google AI Essentials, os dois pelo Coursera, e os cursos da Anthropic sobre fluência em IA, Claude Code e o protocolo MCP. Também fiz The Science of Well-Being e Introduction to Psychology, da Yale, pelo Coursera.
Curso medicina no UNIEURO. Fui monitor de anatomia e de neuroanatomia, fundei e presidi uma liga acadêmica de terminologia médica em inglês, sou autor ou coautor de dez capítulos de livros científicos e apresentei trabalhos em congressos. Também empreendo.
Nada disso me torna especialista em tudo o que aparece aqui. Por isso o método vem antes de qualquer opinião.
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